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Lembrando que esse não é um trabalho remunerado, é feito de fãs para fãs. Tenha em mente também que fazer parte de um site é um compromisso importante, não se inscreva se não tiver tempo para ajudar. 


Entrevista + fotos da Mila para a Glamour US

Em entrevista para a Glamour, Mila falou sobre casamento, filhos e sobre Bad Moms. Confira fotos e a entrevista traduzida abaixo:

Photoshoots > 2016 > Steven Pan 

 

Mila Kunis passou sua carreira desfazendo convenções e clichés – de um modo dissimulado e sem esforços. O velho ditado sobre como as mulheres (especialmente as jovens e bonitas) não são engraçadas? Ela vem explodindo isso desde os 14 anos, em That ‘70s Show, interpretando a maravilhosa Jackie com seu jeito sincero, se tornando sua marca registrada.  A noção de que crianças estrelas são destinadas a colapsos, e a má transição para vida adulta? Kunis, nascida na Ucrânia, herdou um gene confuso de seus pais trabalhadores e imigrantes e aplicou isso em sua carreira, brilhando não só em comédias (Ted, Amizade Colorida), mas também em dramas prestigiados (Cisne Negro). Agora, com 32 anos, ter se casado com seu co-star de That ‘70s Show, Ashton Kutcher, Kunis está construindo sua própria família: Em outubro de 2014 nasceu sua primeira filha, Wyatt Isabelle, e quando essa edição foi para a imprensa, ela anunciou estar esperando seu segundo filho. O que nos leva para o mais recente estereótipo que Kunis está derrubando: Aquele de como a paternidade te faz ficar chato. Considere seu último trabalho, Bad Moms. É o primeiro filme que Kunis estrela desde que ela tirou um ano para começar sua família, e é o filme mais vulgar que ela já fez. Escrito e dirigido pela dupla de Se Beber, Não Case, é engraçado, sujo, e, acima de tudo, é franco sobre a sexualidade feminina, ambição, a mudança de papéis das mães nos dias de hoje. Debaixo de todas as falas, Kunis observa, é um assalto na ideia de que a mulher – mães em particular – “tem que ser perfeitas o tempo todo.” Ela interpreta uma “metódica, trabalhadora e desvalorizada” mãe de dois filhos, que, como Kunis completa, diz “Foda-se.”

Passe um tempo com ela, o que eu fiz, em um lugar em São Francisco, e é claro que seu desejo de criar “uma pequena humana com mente aberta” – logo será humanos – só fortaleceu suas convicções políticas e a fez ainda mais franca. Quando eu mencionei Donald Trump e sua política anti-imigrantes, por exemplo, ou padrões irreais de beleza impostos pela sociedade, ela não poupou. É bom ter você de volta, Mila.

GLAMOUR: Em 2012 você disse a Glamour:  “Eu prefiro estar apaixonada e ter um bebê do que ter um filme”. E agora você está aqui com os três. Existiu algum momento onde você pensou que teria que escolher?

MILA: Eu tenho – batendo na madeira – muita sorte. Mas eu escolhi. Eu tirei um bom tempo de folga. Se fosse pelo Ashton, nós teríamos filhos bem mais cedo. Mas eu tinha contratos com filmes que eu tinha que cumprir. Eu estava, “Deixe-me terminar essa última coisa, Jupiter Ascending, e lá vamos nós. Vou fazer uma pausa longa.” E deixe-me lhe dizer, quando eu recebia uma oferta, eu nem mesmo vacilava. Eu ficava tipo. “Não, eu estou grávida, “Não, eu tenho um bebê.” Eu não estava pronta para voltar. Eu estava feliz dizendo não e eu sabia que era decisão certa.

GLAMOUR: Alguma vez você temeu, “Oh, eu disse não tantas vezes, eles não vão me ligar novamente”?

MILA: Eu estava bem com isso. Eu estava tipo: “O que tiver que acontecer, vai acontecer.” Como um ator, você viaja bastante. Não é bom para o casamento. Em um casamento, você e seu parceiro vêm em primeiro lugar. E ao menos que você e seu parceiro estejam felizes, aquela criança nunca vai ser feliz. Eu comecei a minha empresa de produção recentemente, então eu trabalho bastante. Eu não posso não trabalhar. Eu não sei o que é não trabalhar, minha família marcou isso em mim.

GLAMOUR: Seus pais deixaram a Ucrânia com você quando você era bem nova, pois eles são judeus e era uma época de antissemita. Apesar de seus graus e profissões no seu país, eles eram a classe trabalhadora quando vieram para a América. Você sentia o sofrimento?

MILA: Não. Eu não tinha ideia. Eu era bem protegida.

GLAMOUR: Do que eles estavam te protegendo?

MILA: Meus pais enfrentaram um inferno. Eles vieram para a América com malas, uma família de sete e US $250. Meus pais, por anos, trabalharam em tempo integral e foram para a escola. Eles iam para escolas noturnas para aprender inglês. Minha mãe começou a trabalhar na Thrifty em Cluver City como uma empacotadora. Era isso que ela fazia para aprender inglês; então ela tornou-se caixa. Meu pai trabalhou em – foda-se, eu sei – sete trabalhos? Ele pintou uma casa. Ele entregava sanitários. Ele dirigia um taxi, entregava pizzas. Qualquer coisa que ele pudesse fazer, ele fazia. E no final meu pai era proprietário de taxis, minha mãe se tornou gerente de um Rite-Aid; eles comparam um carro e uma casa. Mas crescer sendo pobre, eu nunca senti falta de nada. Meus pais fizeram um belo trabalho em não me deixar sentir como se eu fosse menos que as outras crianças.

GLAMOUR: Dada a história da sua família, lhe desperta algo ver concorrentes a presidência como Donald Trump ser contra imigrantes mexicanos, e seu medo de imigrantes muçulmanos?

MILA: É muito mais que isso. Toda a coisa dos refugiados da Síria – nós viemos para cá como refugiados religiosos, e eu não vou explodir o país. Eu estou pagando impostos. Eu não estou levando nada embora. Então o fato das pessoas olharem para o que está acontecendo e ficaram: “Pfft, eles vão explodir a merda toda?” Me deixa triste ver quanto medo nós temos. E ir disso para, “Hey, vamos construir uma parece entre Los Angeles e México”… Eu não tenho que responder isso. Não tem motivo. É um discurso feito. E o levou longe o bastante. Ninguém deveria estar bravo com ele; fizemos isso com nós mesmos.

GLAMOUR: Então você veio para a América, aprendeu inglês e teve sua estreia aos 14 anos. Com o tempo você provou ter um grande alcance. Aborrece-te, que todas as pessoas que te amaram em Family Guy, Ted e Forget Sarah Marshall, trabalhos mais cômicos no geral, consideram isso menos artístico que um drama como Cisne Negro?

MILA: É estranho. Não importa se você finge chorar ou finge rir, você está fingindo de qualquer jeito. É igualmente fácil ou difícil. Não é como, “Oh cara, eu estou fazendo um filme onde eu preciso chorar isso significa trabalho pesado.” [Risos.]

GLAMOUR: Então o que te atraiu para Bad Moms?

MILA: Sendo meu primeiro filme depois da Wyatt, eu decidi fazer uma comédia. É um bom set para trabalhar e estar sempre feliz todos os dias ao invés de estar em um lugar triste.

GLAMOUR: O filme é tratado como uma libertação. Há expectativas irreais colocadas sobre as mães, e sua personagem as rejeita. Quais são as políticas do filme, como você as vê?

MILA: Eu acho que é a realização de um desejo. Há coisas que você fantasia estar fazendo e falando, e no final não faz, pois é ilegal. Esse filme não tem nada ilegal. Minha personagem teve dois filhos muito jovem, casou com seu namorado da escola, trabalha como louca, e está com seus trinta anos agora; seu marido é um preguiçoso que nunca saiu dos vinte anos. Ela o pega traindo e apenas o manda ir se foder.

GLAMOUR: Eu já vi algumas cenas do filme, piadas sexuais – sobre lidar com o prepúcio de um pênis nas preliminares, socar outra mulher nos peitos, e enfiar pênis flácidos durante o sexo. Não deveria ser chocante ver mulheres falando sobre isso em 2016…

MILA: Foi chocante?

GLAMOUR: Mais ou menos. De uma boa forma: É algo que não vimos o suficiente. Mas como um cara, eu imagino sendo uma versão mais aumentada das conversas que as mulheres têm o tempo todo.

MILA: É exatamente isso. O filme foi escrito pelos meus autores de Se Beber, Não Case, como uma homenagem para suas esposas. E por mais elevado que o dialogo seja – todo mundo fala bem rápido – essas cenas não são intensificadas. Elas são 100% sobre a experiência de alguém.

GLAMOUR: O que esses escritores masculinos acertaram sobre as mulheres?

MILA: O desejo de ser perfeita. Mulheres tem essa coisa estranha de tentarem ser uma pessoa perfeita – parecer perfeita, ser perfeita, agir perfeitamente, ter suas crianças agindo de certa forma. Mulheres colocam muita pressão em si mesma.

GLAMOUR: Seguindo essa linha de pensamento: A foto que você tirou para a contracapa desta revista é rosto limpo…

MILA: Nós usamos tipo, nada de maquiagem.

GLAMOUR: Como você se sentiu ao ser fotografada dessa maneira?

MILA: Bem! Eu não uso maquiagem. Eu não lavo meu cabelo todos os dias. Não é algo que eu associo a mim. Eu elogio mulheres que acordam 30, 40 minutos mais cedo para fazer um delineado. Eu acho lindo. Mas eu não sou essa pessoa. Então fazer um photoshoot e ter minha maquiadora colocando apenas um creme fácil e me mandando fazer uma foto, eu fiquei “Bom, isso faz a vida mais simples.” E você ainda está protegida. Ninguém está aqui para te fazer ficar mal. Você assiste Game of Thrones?

GLAMOUR: Sim.

MILA: Não é como se eu estivesse sendo investigada e forçada a andar nua pelas ruas enquanto jogam merda em mim.

GLAMOUR: [Risos.] Como você se sente sobre manipulação de imagens?

MILA: Eu odeio. Teve uma empresa que eu fiz uma sessão de fotos uma vez e eles manipularam tanto a foto, que não parecia comigo, eu fiquei: “Mas nem sou eu!” Tipo, qual é o sentido? Você quer o meu nome, e então quer uma versão minha que não é real. Eu absolutamente odeio isso. Agora, às vezes eu quero que diminuam meus olhos? Me ajudar com um pouco de luz. Mas eu quero que eles afinem minhas penas, diminuam minha cintura, curvem meus quadris, alonguem meus pescoço, blá blá blá? Não.

GLAMOUR: Concordo. Sobre o tema da honestidade: Antes de ter Wyatt você disse: “Eu amo mulheres que dizem ‘Eu odeio meus filhos’. Isso lhe permite saber que você não está sozinha com seus sentimentos.” Então seguindo nisso. Quais são as coisas difíceis sobre a maternidade que ninguém lhe falou?

MILA: Crianças são loucas pra caralho. Elas também são suicidas. Tipo, no parquinho, alguns deles tem uma abertura para as crianças mais velhas saltarem. Ela tem 19 meses; ela não consegue pular. Ela apenas sai correndo como se estivesse em um navio pirata. Outra coisa importante é saber que crianças têm personalidade e que não são como a sua. Eu tenho uma filha amorosa. Ela quer abraçar todas as crianças. Eu não a ensinei a ser amorosa. Isso não tem nada a ver comigo. Eu percebi que você pode controlar apenas um pouco.

GLAMOUR: Você e Ashton se conheceram em That ‘70s Show, quase 20 anos atrás. Que tipo de alicerce isso dá a uma relação por ter passado por isso juntos?

MILA: Nós não podemos enganar um ao outro. Eu literalmente não consigo mentir para ele. Ele pode me desvendar em tudo e eu posso fazer o mesmo, não tem nada sobre o rosto de outra pessoa que não sabemos. Sabemos quando estão agindo de certa forma, então sabemos que estão mentindo. Às vezes ele olha para mim, tipo, “Sério?” E eu fico tipo: “Foda-se.” [Risos.]

GLAMOUR: Você conhece cada gesto, cada tic.

MILA: Sim. Não tem nada que não saibamos um sobre o outro, pois nos conhecemos por tanto tempo: o feio, o mau, o bom. Passamos por um período onde eu achei que ele estava louco. No auge de sua carreira eu estava tipo: “Ugh, eu não gosto de você. Eu nem te conheço mais. Você se acha grande merda.”

GLAMOUR: Vocês terminaram antes mesmo de estarem juntos?

MILA: Sim, totalmente. Rompimentos de amizade. E então nós voltávamos tipo: “Oh, me desculpe. Não tive a intenção de exagerar.” “Está tudo bem.” O tempo todo. É como estar casado com seu melhor amigo. É um cliché, é brega. Mas é a verdade.

GLAMOUR: Quando criança, você disse que nunca se casaria.

MILA: Eu sei. Eu sei. [Risos]

GLAMOUR: Sobre o que era isso?

MILA: Compromisso parecia ótimo, mas eu não acreditava no casamento. Eu cresci em West Hollywood, e meu irmão me lembrou de que aos 12 anos eu falava: “Quando os gays conseguirem se casar, eu irei me casar.” Eu estava afrente do meu tempo. A Suprema Corte decidiu sobre o casamento homossexual, e foi ai que Ashton e eu nos casamos.

GLAMOUR: Muitas pessoas que estão no olho do público realizam seus casamentos de forma secreta, que foi o que vocês fizeram. Você também confirmou publicamente quase um ano depois. Porque esperar?

MILA: Nós nunca negamos; nós apenas nunca falamos sobre isso. Era algo que não tinha a ver com mais ninguém.

GLAMOUR: Ashton é parte do mundo da tecnologia, onde muitas vezes há coisas que podem ser resolvidas de longe. Como essa parte de seu cérebro se manifesta no casamento?

MILA: Ele tem um desejo constante de concertar um problema. Ele sempre está fazendo algo de pai. Ele não fala: “Eu não sei,” e joga suas mãos pra cima. Ele sempre fala: “Nós podemos arrumar.”

GLAMOUR: O que você se preocupa e que ele não poderia dar a mínima sobre, e vice-versa?

MILA: Eu amo The Real Housewives of Beverly Hills. [Risos]. Ele acha que isso mata o cérebro. E ele vive e respira futebol. Quando começamos a namorar, eu baixei o aplicativo da ESPN para saber quando o time dele perdia ou ganhava então eu saberia o que fazer. Se o Bears perder, todo seu domingo vai pro lixo. Então isso salvou nosso relacionamento.

GLAMOUR: Eu me lembrei de que em seu último casamento, com Demi Moore, ele teve experiência com paternidade. Ele teve três enteadas. E se você consegue lidar com adolescentes…

MILA: Você pode lidar com qualquer coisa. Eu acho que todos os presidentes deveriam ter garotas adolescentes antes de virarem presidentes. Se você consegue lidar com os hormônios, você pode lidar com qualquer coisa.

GLAMOUR: Você sabe disso por que…

MILA: Eu era uma. Quando eu estava com 21 anos meus hormônios se estabilizaram, eu me desculpei com a minha mãe. Nós estávamos em um restaurante italiano, nós tínhamos tomado umas taças de vinho, e eu disse: “Me desculpe por ser uma vadia todos esses anos,” e ela apenas disse, “Tudo bem.”

GLAMOUR: Houve uma transgressão especifica que você estava pensando?

MILA: Não. Eu só estava um pouco chateada o tempo todo. Tudo era tão imediato e permanente. Se eu pudesse voltar no tempo e conversar comigo mesma eu diria: “Nem tudo é permanente.” Eu posso te prometer que agora esse não é o caso. Tenha um filho e você vai perceber: No segundo que você pensa que desvendou a merda toda, você simples não desvendou. É o melhor remédio para acordar.


Um dia no set de Bad Moms com o Coming Soon

O site Coming Soon passou um dia no set de Bad Moms, em Nova Orleans e eles postaram um relato sobre a experiência. Confira abaixo:

É dia 26 de fevereiro de 2016 e nós estamos em Nova Orleans no set da nova comédia para maiores da STX Entertainment, Bad Moms, que tem Mila Kunis (Ted), Kristen Bell (Frozen) e Kathryn Hahn (Step Brothers) como o trio de mães que decidem se livrarem das responsabilidades.  Quando nós chegamos ao Breaux Mart (que foi renomeado para Declan’s Markertplace) os roteiristas e diretores Jon Lucas e Scott Moore estavam na reta final das filmagens, restando apenas três dias para o final.

O filme se passa em Chicago, e é sobre três mulheres se tornando amigas depois de perceberem que todas têm filhos no McKinley Elementary School e estão irritadas com a dominação das chamadas “supermães”, interpretadas por Christina Applegate, Jada Pinkett Smith e Annie Mumolo. A personagem de Kunis, Amy, está tentando ser perfeita com um marido que não ajuda e uma filha acostumada com lanches de alta classe. Amy se junta com Kiki (Bell), que tem um marido controlador e ensina seus filhos em casa. Carla (Hahn) é a selvagem, usando um prendedor de cabelo como apoiador de cigarro, dirigindo um carro batido, fumando, etc.

“O filme cobre todo o tópico da maternidade de um modo que a mensagem é que existem várias formas de se fazer isso, e não importa qual seja o seu, se seu instinto lhe diz que está certo é porque está,” diz Bell. “É uma mensagem unificadora  de que todas nos sentimos assim. Nós estamos com medo de estar estragando nossos humanos, mas essa é a beleza do filme, é uma solidariedade entre mães.”

Para a cena no Declan’s Marketplace, as três garotas estão aprontando em um mercado em uma cena delas aproveitando a loja, com muitos erros. Nós assistimos os ensaios, e mesmo que não conseguimos ver muito, nós escutamos as três fazerem a maior bagunça. Isso prova que será um dia divertido no set.

“Aqui vamos nós!” grita o assistente do diretor.

Mila está vestida em um terninho cinza, Kristen é uma mãe casual e Kathryn usa uma jaqueta de cowgirl marrom. As três saem correndo por um corredor gritando sua liberdade. Hahn derruba uma banana no chão e beija um rapaz do caixa bem mais velho, que parece estar em choque enquanto ela corre.

“George, você é um cavalheiro, obrigada,” diz Hahn depois da cena.

O segundo take é um beijo mais prolongado, com Kathryn batendo carinhosamente em George no final e correndo ate as garotas, que estavam torcendo por ela. O terceiro take começa com George enquanto os cineastas pegam uma câmera de 25mm. Kathryn pergunta para George se está tudo bem com algo que ela irá fazer nesse take.

A cena em questão começa com George arrumando prateleiras. Dessa vez ele sorri quando ela o beija. Kathryn grita: “Limpeza no corredor 2!”

O quarto take é o mais rápido e tem o maior sorriso. Kathryn diz a George que foi divertido e para se cuidar… Mas terão que repetir a cena de novo! O take final é o mesmo mas dessa vez o trabalho com a câmera é melhor.

Elas vão para o corredor 7. Nessa cena elas ainda estão gritando e então elas param para brincarem com um bebê no carrinho.

“Oh meu Deus, tão fofa!”

“Tão adorável.”

“Eu quero comer seu rosto!”

Então eles fazem o ponto de vista do bebê. As dublês aparecem enquanto eles arrumam a câmera para a cena.

Em outra cena, as garotas estão com cereais genéricos, jogando no ar. Kristen joga o cereal em seu rosto. O cereal entra em suas roupas e depois da cena elas precisam limpar seus decotes.

“Eu vou tirar a roupa e sete copos de cereal vão sair,” comenta Kristen.

Uma delas pergunta se as outras estarão vomitando em seus trailers mais tarde.

No segundo take, Kathryn oferece a Mila a chance de comer cereal em seus peitos, e Mila não pensa duas vezes.

Os diretores conferem as cenas quietamente, sorrindo com um ar de quem fez um bom trabalho. A próxima cena é gravada com uma câmera de 120 frames por segundo, e comer cereal em super  câmera lenta é hilário.

“Nós dois somos casados, nós dois temos crianças, então nós passamos bastante tempo trabalhando em casa, assistindo o quão difícil é para nossas mulheres ser mãe e aguentar tudo isso,” diz o diretor Lucas. “Ter certeza de que o lanche está feito, levar eles para o futebol, doces para a venda da escola, tudo. Não seria um bom filme explorar o que acontece se elas cansarem disso?”

“Essa foi a gravação mais rápida que eu já fiz em toda a minha vida,” diz Kunis. “Em um ponto eu fiquei, ‘Nós só temos mais cinco dias?’ Tipo, eu estou realmente triste sobre isso. Eu raramente fico triste quando um filme acaba. O elenco e a equipe são adoráveis.”

Hahn concorda e adiciona: “Eu acho que não fiz nenhuma cena com um ator.”

“Tem sido ótimo,” concorda Kristen.

Em uma nova cena, as garotas estão correndo por um corredor de comida congelada, dando high-five nas pessoas, gritando “Você consegue!” Kathryn chega a bater na bunda de alguém. Kristen está bebendo uma garrafa de cerveja enquanto corre. No final da cena uma mãe perturbada cobre os olhos de seu filho. Mais uma cena é grava pelo ponto de vista da criança. Nessa cena quem bate na bunda é a Mila.

A cena final do nosso dia no set envolve Mila e Kristen jogando vodka e Kahluha em um galão de leite e jogando em Kathryn. A câmera lenta é usada novamente, é hipnotizante e hilário. Eles poderiam colocar a cena no filme sem nenhum corte e iria ser maravilhoso. Kathryn Hahn é um tesouro nacional.

“Foi nojento,” Hahn disse. “Não era leite de verdade. Era leite de soja. Não é bom.”

E depois da cena, com uma Kathryn ensopada de leite dos pés a cabeça, Kristen diz a ela: “Você precisa entrar em uma pose de yoga e se contorcer toda.”

Bad Moms chega aos cinemas no dia 29 de julho.


Mila comparece ao Billboard Music Awards

Aconteceu ontem, em Las Vegas, o Billboard Music Awards e Mila esteve presente. Confira todas as fotos e vídeos do evento abaixo:

Aparições > 2016 > 22 de Maio – Billboard Music Awards

Outros > Fotos de Fãs > 22 de Maio – Billboard Music Awards

VÍDEOS