jul 26, 2015 Por | Categorias: Entrevistas | Deixe um comentário

Mila conversou um pouco com a revista Harper’s Bazaar UK sobre sua nova campanha, e sobre o que acha sobre pedras preciosas. Confira a entrevista abaixo:

Como você se envolveu com a Gemfields?

Eles falaram comigo há uns três anos atrás. No começo eu estava um pouco confusa, pois eu não sabia que joias poderiam ter uma embaixadora! Eu sempre relacionava mineração com situações negativas, particularmente com diamantes, mas depois que fui para Zâmbia e vi como eles trabalham, a ética deles com as pedras, como a Gemfields ajudou a comunidade; construindo escolas e maternidades, eles cuidam da população. Tudo era incrivelmente transparente e eu me apaixonei pela marca, me apaixonei pelo país, e eu quis fazer parte disso.

Como você decide com qual marcas vai trabalhar?

Minha regra é: Se eu fosse comprar, eu gostaria de trabalhar com eles. O que fez a Gemfields ser diferente de qualquer outra linha de joias, foi a história por trás disso. Eu conheci Ian (Harebottle, CEO da Gemfields) que comanda a empresa, e eu amei tudo que ele representa, e isso fez a diferença.

Você acha importante usar o público para trazer consciência para causas como esta?

Eu acho importante as pessoas abraçarem a marca e sua história – contanto que saibam de onde vem e você concorde com isso, acho que é a escolha certa. Eu diria que hoje é realmente importante se educar sobre qualquer coisa, de onde vem e como é feito. Trabalhar com a Gemfields me educou imensamente, me ensinou muito sobre como funciona a mineração em geral, seja diamante ou pedras preciosas. Me deu uma compreensão do que faz as pedras preciosas diferente dos diamantes, e eu acho por isso eu gravitei para as esmeraldas e rubis.

O que você acha que faz os rubis tão especiais?

Eles são ricos de cor, tem algo sobre os rubis que eu acho bem suave, mas eles são ardentes ao mesmo tempo. Eles são muito quentes. O anel de casamento da minha avó – nós não temos anéis de noivado na Rússia, por isso é seu anel de casamento – era de rubi. Então de uma forma estranha, rubis representam o amor para mim, é isso que associo. Eu ainda tenho o anel e significa muito para mim.

O que você acha sobre as peças de joalheria, pedras preciosas particularmente, o que as torna tão especial?

Quando eu fui para a mina, eu aprendi que cada pedra preciosa tem sua própria impressão digital. Você pode olhar para uma esmeralda através de um microscópio e você pode dizer que é dessa mina especifica e desse país – Pois cada pedaço de esmeralda tem sua impressão digital, cada esmeralda é imperfeita. Elas tem uma descoloração ou uma rachadura, é específico do país de onde ela vem. Eu achei que isso era uma coisa bonita e maravilhosa que cada pedra preciosa é única. Tem algo realmente especial sobre isso, não é igual a qualquer outra coisa.

jul 19, 2015 Por | Categorias: Entrevistas | Deixe um comentário

No mês passado, Mila foi até Londres para o lançamento de um novo produto da Gemfields, e deu uma entrevista para a Telegraph Magazine. Confira a entrevista abaixo:

Mila Kunis e eu estamos de pé, descalças, uma de costas pra outra, sem nos mexer, na suíte do hotel Orchid-Laden, em Londres, onde alguém deveria se portar elegantemente. “Olhe no espelho!” ela grita com uma gargalhada. “Qual sua altura?’’ Eu lhe digo sobre o tempo que eu tinha 1,63. “Certo, eu tenho 1,65”. Ela bate palmas alegremente. (Nós somos um pouco menor.)

Kunis é como um shot de vodka: compacto, não diluída e muito potente, um espírito refrescante e honesto, com uma franqueza que te faz sentir agradavelmente tonto. Quando lhe pergunto sobre a viagem que a levou para Zâmbia em 2013, como embaixadora da marca Gemfields, ela começa a falar sobre o assunto, “Eu poderia falar a falar sobre isso. Mas é totalmente pretensioso dizer: ‘Ouça, a África muda sua vida.’ Mas o conceito de felicidade deles é muito diferente do nosso. Enquanto tiverem abrigo, sol e um pouco de água limpa eles estarão felizes. Aqui nós precisamos de saltos, apartamentos, uma camiseta e um cachecol…’’ A lista continua.

Kunis não curte toda essa parafernália. Quando falamos sobre Hollywood e Ashton Kutcher, o pai de sua filha de nove meses, Wyatt Isabelle, ela é raramente vista fora de moletons. Ela gosta de viajar com pouca bagagem. “Meu marido e eu fizemos um mochilão pela Europa,’’ ela diz. Eu faço uma nota mental sobre a atualização de status de Kutcher de ‘’noivo’’ para ‘’marido.’’ (Apesar de existir relato que os dois se casaram em segredo na semana passada, mas rumores semelhantes vêm circulando por meses.) Mas, como sua publicista está atenta para impor sua política de privacidade pessoal, eu adio o interrogatório. “Nós estávamos na Bélgica recentemente, e pensamos ‘Vamos direto para a Espanha.’ Nós podemos apenas pegar um avião e ir.’’

Baixa manutenção não é uma característica que é associada naturalmente a crianças. Desde seus nove anos, Kunis, filha de imigrantes ucranianos, persegue o sonho Americano de atuar. Ela foi escalada aos 14 anos, como Jackie Burkhart em That ‘70s Show, uma série da FOX sobre um bando de adolescentes (Kutcher era parte desse bando) durante a precedência de Nixon-Ford. E desde os seus 15 anos ela tem sido a voz de Meg Griffin, no desenho de Seth MacFarlane, Family Guy. Mas Kunis não exibe nenhum efeito colateral dado a sua adolescência ter sido centro de atenção, apenas sua aparência parece ter parado no tempo. Aos 31 anos, seus olhos ainda tem aquele olhar infantil, como se fossem desenhados por um cartunista.

Sua filmografia mostra uma ausência de movimentos estratégicos de uma carreira. Predominantemente uma atriz cômica – seu avanço foi em Forgetting Sarah Marshall, de Nicholas Stroller em 2008 – ela fez adaptações de vídeo games (Max Payne), comédias românticas (Amizade Colorida) e a comédia Ted, dirigida por MacFarlane, com um urso falante que fuma maconha. (Kunis é o que nós britânicos chamamos de ‘’ladette*’’: “Eu gosto de piadas com peido, com certeza.’’)

Desde sua aclamada participação no thriller psicológico “Cisne Negro’’ (2012), de Darren Aronofsky’s, pelo qual ela ganhou o prêmio Mastroianni Award no Venice Film Festival, e foi nomeada ao Globo de outro, não houve nenhum papel que duvidasse de sua capacidade. Seus filmes desde então, a sequência de Wizard of Oz, ‘’Oz the Great and Powerful’’ (2013), de Sam Raimi, onde ela atuou como a Bruxa Má do Oeste, e a ficção cientifica desse ano, “O Destino de Jupiter.’’ Ela parece não se abalar pelas reviews desastrosas deste último. “Eu não vivo para trabalhar; Eu trabalho para viver,’’ ela diz com um encolher de ombros. “Eu nunca levei minha carreira muito a sério. Depois de virar mãe eu definitivamente não levo.’’

A maternidade também tem aumentado sua consciência social. Rosto da Gemfields desde 2012, ela colaborou na criação de um anel de esmeralda, ‘’anel da maternidade’’ para coincidir com o nascimento de sua filha, as rendas vão direto para uma maternidade na Zâmbia. “Isso foi muito importante para mim,’’ diz ela, é como ‘’acreditar em uma marca.’’ Ela visitou minas de esmeralda da empresa em Kagem para verificar suas reivindicações éticas, que incluem uma redução do uso de substâncias químicas nocivas e um poço de mineração subterrâneo para evitar o impacto ambiental; e a transparência da mina, para evitar conflitos.

“Eu fui lá pensando, ‘Bom, eles são transparentes quanto eles querem que você veja’’’, ela diz. “Então eu falei com todos os funcionários. Eles dão contratos aos trabalhadores, na Zâmbia isso é inédito.” Kunis ficou tão impressionada que agora está na frente de outra campanha, dirigida pelo fotografo Jeff Burton, para promover os rubis da empresa, depois da aquisição de um novo depósito em Montepuez, Moçambique. Sua proibição do uso de trabalho infantil foi crucial. “A fundação do meu marido nos Estados Unidos, Thron, é contra a exploração da criança. Depois de ter minha filha, tudo isso é colocado em outra perspectiva. A ideia dela trabalhando aos nove anos de idade, com feridas desse trabalho, tudo por apenas um pouco de dinheiro… É pura escravidão. ”

Kunis é viciada em notícias. Na semana passada, ela me diz, ela leu um estudo no New York Times sugerindo que, com base no aumento das taxas de extinção de animais, a raça humana poderia morrer dentro de 200 anos. “Minha filha poderia viver por 100, assim a filha da minha filha poderia estar entre os últimos humanos vivos. É assustador.’’ Ela se preocupa com o futuro da filha em uma América problemática, mas espera que ela cresça sob uma mulher presidente: Hillary Clinton, que marcou um índice de 75% de aprovação nas pesquisas. “Eu amaria ver uma mulher na Casa Branca, e poder pensar ‘Se tem uma mulher na presidência, o que é que eu não posso fazer?’”

Muitas vezes atores se negam a falar sobre política em entrevistas. Não Kunis. “Eu sou Democrata. Meu marido é Democrata. Eu não sou uma dessas que vota no Obama e depois fica “Ele não fez o certo, então agora estou fora do navio Obama.” Eu fico por ele até hoje. Ele está implantando cuidados para saúde. Não é perfeito, mas está começando o processo.”

Ela não está desapontada com sua falha no processo das leis sobre armas? “Eu vou dizer isto: Nós temos uma arma em casa. Mas eu daria uma arma de presente de 15 anos para minha filha? Não. Eu posso montar e desmontar uma arma com olhos vendados.” Ela aprendeu a lidar com armas, tanto para Max Payne, como para O Destino de Jupiter. “Minha filha não deveria ser treinada como nós, nem deveria saber que tem uma arma em casa, nunca. Mas eu respeito a arma. Meu marido cresceu em Iowa, é de uma família de caça. Ele trabalhou com rifles sua vida toda.”

Estou surpreso com isso, mas também consciente do que Kunis teve de lidar. Algumas semanas antes, Stuart Lynn Dunn, que foi condenado por persegui-la em 2011, escapou brevemente da clínica onde estava, na Califórnia. “Eu provavelmente não teria uma arma se eu não tivesse stalkers ou pessoas constantemente tentando entrar na minha casa,’’ ela diz, com ironia.

Kunis não está animada sobre a crise na Ucrânia; ela não se identifica tão fortemente com sua terra natal. “Mas eu sinto que esse país precisa de ajuda? Sim. Putin é um homem forte e está reunindo mais poder, é assustador.’’

Mila Kunis tinha sete anos quando veio para a America, em 1991, dez meses antes do desmembramento da União Soviética. Ela nasceu em Chernivtsi, agora faz parte oeste da Ucrânia, em uma família de classe média judia-russa. Sua mãe, Elvira, era professora de física e seu pai, Mark, engenheiro mecânico; Ela tem um irmão, que é sete anos mais velho. Com um futuro incerto pela frente, e o antissemitismo em ascensão, a família fugiu para a Califórnia, como parte do sistema russo de loteria burocrática – com apenas US $250 em seus bolsos.

Eles se mudaram para o coração de West Hollywood. “Nós descemos do avião a noite. Na manhã seguinte meu irmão e eu fomos para a escola, e meus pais saíram à procura de emprego”. Kunis foi inscrita na segunda série sem saber nenhuma palavra em inglês. “Eu não me lembro segundo e terceiro grau. Eu bloqueei completamente. Eu acho que há essa parte do meu cérebro que se desligou para me preservar dessas situações quando criança. Meus pais dizem que eu chorei muito.”

Era sofreu bullying? “Eu sou russa e judia!’’, ela grita, com as mãos no ar. “Há tanto material. Mas eu sofria mais que as outras crianças? Não. Não era algo que meus pais falavam ‘’Lide com isso e volte pra escola! ”. Antigamente era como ‘Você é feia!’ ‘Não! Você que é feia’. E então você ia pra casa. Agora as crianças vão para casa e continuam interagindo com esse pessoal. É um enxurrada constante.”

Ela dividiu o quarto com Michael, que cuidava dela enquanto seus pais trabalhavam. Sua mãe trabalhava em um supermercado enquanto seu pai dirigia um taxi, montando sua própria frota anos depois. Em 1993 a família já havia comprado um apartamento. “Eu não acho que vi meu pai nesses dois anos. Eu acho que ele nunca dormiu.” A vida estava melhorando para os Kunis. Mas a filha deles era tímida, e estava procurando por uma atividade que pudesse desenvolver sua confiança, então eles a levaram para uma aula de atuação na Beverly Studio, ela tinha nove anos. Um mês depois ela estava assinando com Susan Curtis, que ainda é sua agente e parceira de negócios.

Na sua primeira audição, para um comercial da Barbie, Kunis ganhou o papel. Então conseguiu pequenos papeis em ‘’Honey, We Shrunk Ourselfs” e “Gia’’, a biografia da modelo Gia Carangi. Aos 14 anos ela fez uma audição para o ‘’That ‘70s Show’’, e enganou a política de 18 anos da FOX e se juntou ao elenco como a mais nova do grupo (Kunis disse que iria fazer 18, só não disse quando faria 18.)

Pelos próximos quatro anos, Kunis fez um malabarismo com sua agenda movimenta de filmagens e aulas no Fairfax High School. Seus pais eram a ‘’antítese dos pais de palco’’ e permitiram que ela atuasse apenas se andasse na linha. Nem ela era o espetáculo; ela lutou para ter um carro e um celular. “Meus pais nunca pegaram um centavo de mim. Então tudo que eu ganhava ficou em minha conta bancária até meus 18 anos. Não importava quanto dinheiro eu estava ganhando, eles eram pobres e assim eu também era. Quando eu finalmente olhei minha conta eu gritei: ‘’O que?”

Ela credita seus pais e That ‘70s Show, no qual ela trabalhou por oito temporadas, por mantê-la na linha. “Eu estive lá desde os meus 14 anos até meus 22. Eu poderia ter ido em qualquer direção. Mas ninguém usava drogas ou era alcoólico. Meus colegas de elenco, mais velhos, diziam ‘’Drogas são estúpidas” e eu ficava tipo “Sim, drogas são realmente estúpidas.” Ela já fez algo rebelde? “Ninguém é perfeito. Nós fizemos alguma merda na vida. Nós apenas não queremos que o mundo veja. Nós não tínhamos redes sociais ou paparazzis naquela época.’’

Ela diz pensar muito nos ‘’70s’’, como ela o chama. Afinal, foi onde ela conheceu Kutcher, com quem teve seu primeiro beijo de verdade (os dois admitiram isso na TV). Os amigos desenvolveram crushes um pelo outro, mas cada um acabou em um outro relacionamento: Kutcher com Demi Moore, e Kunis com Macaulay Culkin. Eles finalmente se reuniram em 2013, quando se encontraram solteiros novamente, e ficaram noivos quando Kunis engravidou em fevereiro do ano passado. É tudo muito romântico. Eu pergunto se ela tem intenção de mostrar a Wyatt seu passado. Ela ri. “Mamãe e papai trabalharam juntos por oito anos. Foi assim que eles se conheceram. Vamos dar uma olhada nisso, querida. Nós fomos par no baile da série.”

O nascimento de sua filha e especulação sobre sua lua de mel clandestina alimentam o apetite dos tabloides. “Eu acho quando você é um jovem casal de atores, você está ferrado,” diz Kunis. “Chegou a um ponto em que eu não podia sair de casa. Eu amo o que eu faço, mas a realidade é que minha privacidade está desaparecendo. Eu não estou reclamando, mas eu não gosto da ideia da minha filha não poder ir ao parque comigo. E se ela ir, então tenho que arrastar uma porrada de paparazzi comigo.”

Como resultado, Kunis tem explorado outro lado dessa indústria, o que permite que ela trabalhe em casa. Ano passado, em um acordo com a ABC, ela criou a Orchard Farm Production. “O meu Deus, minha casa é uma loucura. E eu tenho um marido brilhante que trabalha dia e noite.” Kutcher não é apenas um ator, mas um produtor de reality shows, investidor no Skype, Airbnb e Foursquare, guru da tecnologia e fundador do site A Plus.

Será que eles irão descordar sobre o uso de redes sociais de sua filha? “Eu não sou contra a tecnologia, se você educar seu filho sobre as ramificações. ‘Vá em frente, poste belas fotos de si mesma, mas não poste nenhuma pelada.’’’ (Kunis foi uma das várias celebridades cujo e-mails foram vazados em 2011.) Mesmo Kutcher, um pioneiro no Twitter e o primeiro a ter um milhão de seguidores, sabiamente entregou sua conta nas mãos de sua equipe em 2011. Esses dias, seus tweets se tornaram mais focados na família, e sua recente campanha #BeTheChange, que é sobre ter trocados de bebês em banheiros masculinos. “Meu marido é um pai incrível. Quando minha filha nasceu eu estava amamentando e ele disse: ‘Essa é sua conexão com ela, eu quero trocar todos as fraldas.’ Quando estamos em público, se é uma fralda de xixi você pode trocar ai mesmo, mas se é uma fralda de cocó você não pode afetar as pessoas que estão comendo. Ele fica tipo ‘Er, acho que vou ao banheiro feminino trocar essa.’’’

Eu sinto que é hora de perguntar sobre seu estado civil, mas sua assessora chama. Kunis, no entanto ainda está falando sem parar, em poucos minutos estamos falando sobre as roupas combinando que os Kutcher usam. “Para o dia das bruxas nós fizemos roupas para a família. Todo mundo enlouqueceu.’’ Ela diz. Ela foi como a Bruxa Má do Oeste? “Não! Ano passado eu vesti minha filha de porquinho. Eu fui de porquinho. Meu marido foi de porquinho.” Ela solta uma gargalhada grutal. Como uma boa vodka, Kunis deixa você pedindo por mais.

jul 18, 2015 Por | Categorias: Site | Deixe um comentário

Depois de quase dois anos com o site fora do ar, decidimos voltar com tudo, isso significa criá-lo desde o começo, fazer upload de todas as fotos e colocar todas as informações necessárias! Ufa! Quanta coisa! Mesmo depois de um mês ainda não foram colocadas todas as fotos na galeria mas já temos quase 20mil fotos online! Ainda temos algumas páginas para serem criadas, com o tempo tudo fica certinho.

Fiquem ligados nas atualizações!